DERROTA INJUSTA

1-0 NO NEVOEIRO DA COVILHÃ

Nevoeiro, frio e chuva receberam a Oliveirense na Covilhã. O jogo iria ser uma autêntica batalha e quem de adaptasse melhor ao pesado relvado teria mais sucesso.

Melhor a equipa de Pedro Miguel que teve no pé direito de Serginho, aos 8 minutos, o primeiro remate do jogo.

Oliveira com um cruzamento longo também viria a levar perigo à baliza. Foi de um lançamento de linha lateral de alemão com Wellington a desviar ao primeiro poste que Serginho ficou a escassos centímetros de desviar para golo. Na resposta o primeiro remate do Sporting da Covilhã, após escorregadela de Mathaus na área que deixou o adversário livre para disparar à baliza.
Fati aos 27 minutos de livre obrigou o guarda-redes a uma defesa a dois tempos quando Agdon se preparava para a recarga.

Estava melhor a União. E a defender mantinha-se coesa, prova disso foi a forma como tirou da área dois cruzamentos perigosos e um livre. Aos 40 minutos, mais uma bola bombeada para a área mas, Deivison, o avançado do Covilhã, cabeceou ao lado.

Em cima do intervalo, Serginho viu cartão vermelho direto por agressão ao adversário. Pé alto do extremo deixou o União com 10 para a etapa complementar. Um lance sem maldade mas que não podia passar em claro ao árbitro Rui Oliveira.

Pedro Miguel lançou Diogo Valente para o arranque da segunda parte e deixou o amarelado Mehdi no balneário. A equipa passou a jogar em 4x4x1. Mesmo em inferioridade, Agdon teve chance para rematar após passe de Diogo Valente. Fati também apareceu em zona de finalização e cabeceou por cima. Do Covilhã pouco se via porque a Oliveirense estava a bloquear a construção ofensiva adversária. Chegávamos aos 60 minutos com o marcador em branco e um susto quando Coelho saiu da baliza para evitar um ataque perigoso.

Aos 67 minutos Matheus Serafim rendeu o esgotado Agdon e ocupou a ala passando Fati passava a ser o homem mais adiantado da União. Estava difícil o jogo mas a equipa mantinha-se unida. Coelho com uma defesa apertada evitou danos na baliza da equipa. Aos 79 minutos, Paraíba foi a última aposta de Pedro Miguel. O brasileiro reforçou a luta a meio campo por troca com o cansado Oliveira.

Aos 86 minutos, a melhor chance para ganhar o jogo. Serafim assistiu Diogo Valente mas o esquerdino não conseguiu desviar para a baliza.

 

Aos 88 minutos um autêntico balde de gelo desabou sobre a equipa. De um pontapé de canto o Covilhã marcou o único golo do desafio. Um lance estranho que vale uma derrota inglória.

A Oliveirense foi um autêntico grupo de guerreiros unidos que perdeu sem o merecer.

A próxima jornada é em Aveiro contra o Varzim às 20:15 da próxima segunda feira dia 12 de novembro.